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terça-feira, 9 de março de 2010

domingo, 19 de julho de 2009

Annette Messager... descoberta das delicadezas...

Faz tempo um trabalho não me toca assim... Tanta delicadeza...
Ainda não vi ao vivo, mas já achei lindo... Compartilho.


Annette Messager, Eye.

Annette Messager, Mes Trophées, 1986-1988.

Annette Messager, The messengers exhibition.

Annette Messager, My Vows, 1990.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Janet Zweig

Janet Zweig, Splitting the Vicious Circle, 1995.

Janet Zweig, Thanks a Million, 1993.

Janet Zweig, Mind Over Matter, 1993.

Janet Zweig, Everything in the World, 1997.

Janet Zweig, Thinking Contest, 1995.

Janet Zweig, The Liar Paradox (Oliver North Möbius), 1991.

Fonte: site oficial da artista [www.janetzweig.com]

terça-feira, 30 de junho de 2009

Felix Gonzales-Torres

Felix Gonzales-Torres, Untitled (Passport II), 1993.

Felix Gonzales-Torres, Untitled, 1993.

Felix Gonzales-Torres, Untitled, 1992-1993.

Felix Gonzales-Torres, Untitled, 1991.

Felix Gonzales-Torres, Untitled (Double Portrait), 1991.

Felix Gonzales-Torres, Untitled (Silver Beach), 1990.

Felix Gonzales-Torres, Untitled (Loverboy), 1990.

Felix Gonzales-Torres, Untitled (Death by gun), 1990.

Felix Gonzales-Torres, Untitled (Memorial Day Weekend), 1989.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Anna Bella Geiger

Anna Bella Geiger, O pão nosso de cada dia, 1978.

terça-feira, 31 de março de 2009

Matej Krén

Matej Krén, Book Cell, 2006.
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 19 de julho a 31 de dezembro de 2006.
[Fonte: http://www.matejkren.cz]

"O universo (que outros chamam Biblioteca) constitui-se de um número indefinido, e quiçá infinito, de galerias hexagonais, com vastos poços de ventilação ao centro, cercados por varandas baixíssimas. De qualquer hexágono, vêem-se os pisos inferiores e superiores: interminavelmente." (Jorge Luis Borges, "A Biblioteca de Babel", em Ficções, São Paulo: Globo, 1989).


Grata a Paulo Silveira.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Lygia Clark

Lygia Clark, Bicho de bolso, 1966.

Anselm Kiefer

Documenta 3, 2007, Paris, França.

Hélio Oiticica

Hélio Oiticica, Seja marginal, seja herói, 1968.

Estandartes de Artur Bispo do Rosário




"Serão livros os estandartes de Bispo? Folheamos os livros-estandartes como se caminhássemos por mapas narrativos, colinas de histórias, mar de signos e palavras. Folheamos arquiteturas e geografias e cartas náuticas e territórios. Folheamos esses livros-espaço como se ouvíssemos histórias narradas, descrições orais de lugares . Como relatos, os estandartes de Bispo “[...] atravessam e organizam lugares; eles os selecionam e os reúnem num só conjunto; deles fazem frases e itinerários. São percursos de espaços.”[1] Permitem que mantenhamo-nos em intenso trânsito, compartilhando com o artista seu desejo de registrar os itinerários do mundo. Seriam diários de marcha? Inventários de tudo que foi visto, como uma compulsão pelo registro.

As histórias narradas em um dos estandartes, seriam as mesmas histórias afixadas em outro? Ou seriam desdobramentos de uma única história? A história do mundo: “Quando eu subir, os céus se abrirão e vai recomeçar a contagem do mundo. Vou nessa nave, com esse manto e essas miniaturas que representam a existência. Vou me apresentar.”[2] Como numa preparação para o Juízo Final.

Como num virar de páginas, observar esses estandartes-livros tem uma dimensão temporal pungente e definitiva: o todo é feito de partições-páginas que demandam tempo de percurso. Colocados no espaço, pendurados, instalados, lado a lado ou em seqüência, reafirmam sua temporalidade e fisicalidade, e revelam no observador-leitor seu tempo, seu espaço e seu corpo."

Notas
[1] Michel de Certeau, A invenção do cotidiano, 1994, p. 199.
[2] Luciana Hidalgo, Arthur Bispo do Rosário: o senhor do labirinto, 1996, p. 185.


Márcia Sousa, trecho de artigo.